Na última terça-feira, uma criança com pouco mais de um ano de idade caiu numa cisterna da casa onde morava. A criança foi encontrar minutos depois, morta, boiando no local. A fatalidade aconteceu às 15h30 quando a menina Jândria dos Santos Aragão, de um ano e quatro meses de idade, se afastou da mãe, a dona de casa Maria Andréia Corrêa dos Santos, 25, por alguns minutos.
A mãe estava dentro de casa varrendo, quando o esposo se dirigiu para o banheiro que fica no quintal. Ela conta que colocou a menina na cama e deu a mamadeira, mas a criança, ao ver o padrasto ir para o quintal, levantou e foi atrás dele. Mais tarde, ao terminar de varrer a pequena casa de dois cômodos, Andréia saiu para buscar a filha pensando que estava com o padastro.
Ao sair, ela imediatamente olhou para a cisterna e viu a criança flutuando dentro do reservatório que mede um metro de meio de largura por dois metros de comprimento, com profundidade de mais de um metro. “Apesar do susto, corri e tirei minha filha de lá que estava totalmente inerte e não respondia quando chamávamos por ela”. Ela disse ainda que apesar das massagens e da respiração boca a boca, não conseguiu reanimar a menina, que ainda foi levada para o Hospital Municipal onde chegou morta.
À reportagem do Diário, Andréia disse que mandou construir a cisterna porque antes não havia água encanada no bairro. “Nunca pensei que o reservatório que mandei construir iria tirar a vida da minha filha”. Falou que ainda continua tentando entender como a filha conseguiu subir na cisterna para em seguida cair dentro dela.
Diante de muita comoção dos parentes e amigos, a criança foi sepultada quarta-feira, às 17 horas, no cemitério Nossa Senhora das Dores.
(Dol com informações de Manoel Almeida)
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