Um dos envolvidos na morte do prefeito de Jandira, na Grande São Paulo, confessou a participação no crime. Ele acusa um ex-secretário do município, que também já está preso, de ser o mandante do assassinato. O prefeito Braz Paschoalin foi executado em dezembro, quando chegava a uma emissora de rádio.
Lauro de Souza, velho conhecido da polícia, tem passagem por estelionato e falsificação. Na delegacia reconheceu uma foto do secretário de habitação de Jandira, Wanderley Aquino.
Ele conta que foi procurado pelo secretário em outubro do ano passado. Aquino queria um carro chamado "NP", ou seja, que foi financiado mas não foi pago.
Segundo a polícia, o carro é este Fiesta prata, que foi encontrado baleado em um terreno em Jandira logo após a execução do prefeito. Mas a participação de Lauro não parou por aí: coube a ele escoltar os criminosos durante a ação.
Lauro estava sozinho em um Kadet, que seria usado caso algo desse errado na fuga. E de dentro do carro ele viu a execução de Braz Paschoalin. (eBand)
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