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POLÍCIA

Acusado de porte ilgeal de arma é preso na Doca

Uma versão considerada mirabolante pelos policiais, uma verdadeira saga com desfecho infeliz. Foi essa a sensação experimentada pelos policiais diante do depoimento dado por Waldielson Martins Rebelo, após ter sido detido sob a acusação de portar um revól

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Uma versão considerada mirabolante pelos policiais, uma verdadeira saga com desfecho infeliz. Foi essa a sensação experimentada pelos policiais diante do depoimento dado por Waldielson Martins Rebelo, após ter sido detido sob a acusação de portar um revólver calibre 32, no final da noite de anteontem (22), na avenida Doca de Sousa Franco, no bairro do Reduto, em Belém.

Diante da delegada Ocione Guidão, na Central de Flagrantes localizada na Seccional de São Brás, Waldielson alegou que havia sido vítima de um sequestro. “Ele disse que saiu da escola Paulino de Brito, na sua moto, e foi para o bairro de Águas Lindas, em Ananindeua. Lá, ele teria sido abordado por um homem com uma arma”, descreveu a delegada.

Ainda em depoimento, Waldielson declarou que o suposto sequestrador teria ordenado que ele os transportasse para a Doca. “Ele disse que o cara perguntava se a família dele tinha dinheiro”, informou a delegada. Na Doca, o sequestrador indicou que a motocicleta deveria ficar estacionada próximo à avenida Marechal Hermes.

Depois, sequestrador e vítima teriam percorrido cerca de cinco quarteirões e, próximo à travessa Bernal do Couto, os policiais abordaram a dupla. “Ele alega que nesse momento, o sequestrador colocou arma nas mãos dele. Em seguida, segundo ele, o revólver teria caído”, comentou a delegada Ocione Guidão.

OUTRA VERSÃO
Mas na unidade policial, o acompanhante de Waldielson apresentou outra versão. Marcos de Sousa Silva, de 25 anos, que, segundo os policiais, tem passagem pela polícia por roubo, afirmou que os dois pretendiam praticar assaltos pela área. A dupla preferiu manter o silêncio diante da reportagem.

Os policiais da viatura 9313, do 2º Batalhão da Polícia Militar, também garantiram que Waldielson portava a arma no momento da abordagem e que a atirou há metros, ao visualizar a guarnição. Waldielson Martins Rebelo foi autuado por porte ilegal de arma de fogo. (Diário do Pará)

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