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POLÍCIA

Nem a presença de PM Box evitou morte de jovem

Por volta das 21h30 do último domingo, o auxiliar de pintura Vitor Rangel Fernandes Passos, 18 anos, foi assassinado covardemente. Segundo testemunhas, ele recebeu um tiro no peito durante um assalto, na Passagem Guerra Passos, próximo da Praça Frei Danie

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Por volta das 21h30 do último domingo, o auxiliar de pintura Vitor Rangel Fernandes Passos, 18 anos, foi assassinado covardemente. Segundo testemunhas, ele recebeu um tiro no peito durante um assalto, na Passagem Guerra Passos, próximo da Praça Frei Daniel XVII, localizada em frente a um PM Box. Revoltados com a falta de segurança, amigos, familiares e vizinhos da vítima protestaram na madrugada de ontem por mais segurança no local.

O DIÁRIO foi procurado pelos familiares e amigos do jovem que, segundo eles, após o fato ainda chegou a ser socorrido por um carro particular para receber atendimentos médicos no Pronto-Socorro do Guamá, mas ele não resistiu aos graves ferimentos e morreu.

De acordo com o tio da vítima, Carlos Passos, o jovem estava conversando com amigos quando foi abordado por um assaltante que estava armado com um revólver.

“Ele estava aqui na esquina conversando com amigos quando um assaltante chegou e pediu o celular dele. Mesmo ele entregando, recebeu um tiro à queima roupa no peito Ainda o levamos para o Pronto-Socorro do Guamá, mas ele não sobreviveu”, falou.

O morador da área, Ailton Nascimento, denunciou a falta de segurança no local. “Eu acho triste o que acontece aqui nessa área. Os assaltos estão acontecendo, os bandidos estão soltos nas ruas e não tem policiamento aqui. Não mataram um bandido, mas sim um homem trabalhador. E o mais revoltante é ele ser morto em frente a um PM Box da Polícia Militar que raramente tem policiais. Acho isso uma verdadeira covardia”, disse.

PLANTÃO NO PM BOX

O PM Box que o tio da vítima se referia é uma unidade do Departamento de Especial de Policiamento Comunitário (DEPC), localizado em frente ao local do latrocínio, roubo seguido de morte.

Sobre a denúncia da falta de policiamento na área, alguns policiais militares que preferiam manter sigilo da identidade, disseram que “o PM Box está desativado, mas é usado durante a semana por viaturas que fazem ronda pela área”.

Além disso, eles disseram que na área do bairro do Guamá “não tem efetivo suficiente de policiais militares para fazer a segurança da área”. Ainda eles, “durante toda a semana policiais militares da 11ª Zona de Policiamento realizam rondas pela área”, mas, exclusivamente, no último domingo, dia em que ocorreu o crime, “não havia policiamento no local”. (Diário do Pará)

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