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POLÍCIA

Latrocida é preso durante abordagem policial

Homens da Polícia Rodoviária Federal, durante uma abordagem rotineira de veículos na BR-316, próximo ao trevo de entrada para Mosqueiro, detiveram um homem condenado por latrocínio, estupro e outros delitos. Edir José Alves Botelho, 31 anos, paraense de

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Homens da Polícia Rodoviária Federal, durante uma abordagem rotineira de veículos na BR-316, próximo ao trevo de entrada para Mosqueiro, detiveram um homem condenado por latrocínio, estupro e outros delitos.

Edir José Alves Botelho, 31 anos, paraense de Marapanim, foi apresentado na Delegacia de Benevides para o delegado Benedito Vilhena, que o manteve preso, fazendo amplo levantamento de seus antecedentes, surpreendendo-se com o que apurou.

Edir é condenado pela Justiça paulista por crime de latrocínio e está com mandado de prisão expedido. Segundo o que consta no Sistema Policial, em 2005, Edir, em companhia de mais dois homens, assaltou uma loja de calçados no bairro do Carandiru, São Paulo, e uma pessoa morreu. Apenas ele foi foi preso por causa do crime, mas conseguiu escapar da cadeia, vindo para o Pará, esconder-se.

Há dois anos, ele teria seduzido uma menina de 13 anos e fugiu com ela de Belém para São Paulo, bairro do Brás, onde foi localizado pela família da garota, tendo sido preso e enquadrado no crime de estupro e prevenção de violência.

Novamente conseguiu fugir, indo para o Estado do Tocantins, onde, em Araguaína, foi dirigir caminhões. Durante uma blitz policial foi encontrado com uma arma de fogo e um objeto roubado, acabou autuado em flagrante por porte ilegal de arma e crime de receptação. Como seus antecedentes não foram levantados, ele saiu da cadeia local e veio para Benevides, no Pará, passando a “puxar” carga em caminhão.

Foi nessa condição que a PRF o localizou na BR. Os policiais lhe pediram a documentação do veículo, que estava normal, mas ao exibir sua carteira de condutor, a habilitação seria falsa. O policial rodoviário logo percebeu, pois a carteira original é em papel moeda e a apresentada era em um outro tipo de papel.

Edir foi levado preso e autuado pela prática de falsidade ideológica e falsificação de documento público pelo delegado Benedito Vilhena, que já comunicou os autos para a Justiça local, bem como entrou em contato com a Polícia Paulista, contando a recaptura do foragido. “Em breve, policiais paulistas estarão em Benevides para buscar Edir”, disse o delegado.

Edir contou que foi para São Paulo com 20 anos, e ali passou a trabalhar como taxista. Seu pai já estava naquela cidade e também era taxista. (Diário do Pará)

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