Policiais civis da Divisão de Homicídios confirmaram, na tarde deste domingo, que os três suspeitos do assassinadto de um adolescente de 16 anos, já estão em Belém. De acordo com o delegado da seccional urbana de Mosqueiro, Nilton Neves, “todos os suspeitos foram presos no distrito e encaminhados para a sede da DH para prestar depoimento sobre crime”. A polícia evitou dar detalhes do caso e disse que as investigações ainda permanecem em sigilo
Repercussão
A notícia sobre a prisão dos supostos responsáveis pela morte do adolescente se espalhou pela ilha ainda no inicio da tarde e levou dezenas de pessoas para a frente da seccional. No local, o clima era de tensão, pois populares ameaçavam invadir a unidade policial caso fosse confirmado que os suspeitos estivessem ali. A informação foi negada pela delegada de plantão, Luzia Serrão. Mas mesmo assim, o grupo ainda permanecia na frente da seccional, ameaçando fazer justiça com as próprias mãos.
A delegada da DH responsável pelo caso, Claudia Renata, não foi encontrada para falar sobre o assunto. Mas, um investigador confirmou que os todos suspeitos serão apresentados à imprensa somente na manhã desta segunda-feira, com a presença do delegado geral, Nilton Ataíde, e do diretor da Divisão de Homicidios, Gilvandro Furtado.
O CRIME
O assassinato do jovem chocou o distrito de Mosqueiro. O jovem foi encontrado esfaqueado e com o corpo todo amarrado, na última segunda-feira (20), na passagem Santa Terezinha, área da Praia Grande, no distrito. O adolescente ainda foi socorrido e levado para a emergência do Hospital Metropolitano, mas não resistiu e morreu assim que chegou a unidade de saúde. Informações extraoficiais dão conta que um dos assassinos é conhecido por Júnior, filho do traficante “Pidônio”.
Todos os suspeitos foram presos no distrito e encaminhados para a sede da DH para prestar depoimento sobre o crime” - Delegado Nilton Neves (Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar