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POLÍCIA

Polícia desvenda morte de adolescente

Foi solucionado, na tarde de ontem, o caso mostrado pelo DIÁRIO na última segunda-feira, de um adolescente de 14 anos que foi morto com três tiros na cabeça na noite do último domingo, graças aos esforços da diligência da Rotam comandada pelo sargento Sil

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Foi solucionado, na tarde de ontem, o caso mostrado pelo DIÁRIO na última segunda-feira, de um adolescente de 14 anos que foi morto com três tiros na cabeça na noite do último domingo, graças aos esforços da diligência da Rotam comandada pelo sargento Silvano. A última peça que faltava para solucionar o caso, investigado desde domingo pela equipe do sargento, foi encontrada ontem assim que foi preso por eles Francinaldo Agostinho Coelho, 19 anos, na passagem Estélio Maroja, bairro do Barreiro.

Conforme apurado pela polícia, Francinaldo teria ido junto com Deivison Fagundes, 14 anos, recuperar a bicicleta roubada desse último. Quando já vinham com a bicicleta recuperada, eles teriam sido surpreendidos por dois homens armados, um conhecido como Max Pimenta e outro conhecido por Rogerinho. Houve troca de tiros. Francinaldo teria sacado uma arma e reagido, mas teria sido alvejado na perna e logo em seguida fugiu dali. Deivison, porém, foi atingido mais gravemente e não teve forças para correr. Foi aí que Rogerinho teria voltado e feito o último disparo na cabeça dele, executando o adolescente, próximo da capela de São Benedito.

“O adolescente não devia nada. Só que infelizmente ele preferiu pedir ajuda a outro meliante ao invés da polícia, e aí deu no que deu”, avaliou o sargento Silvano. Francinaldo confirmou a versão da polícia. “Eu disse a ele que não precisava vir comigo. Que eu ia pegar a bike dele sozinho, mas ele insistiu em vir, porque disse que sabia quem eram os caras”, relatou Francinaldo. Inicialmente, a Rotam foi na dele após ter conhecimento de que ele estaria baleado porque teria participado ativamente do fato. Mas chegando lá, teriam encontrado o suspeito com uma arma na cintura.

Justamente a arma com a qual teria trocado tiros com Rogerinho e Max Pimenta, por isso foi levado à Seccional da Sacramenta não mais na condição de testemunha, e sim na condição de preso. Segundo o delegado Miguel Cunha, da Seccional da Sacramenta, a equipe do sargento Silvano está de parabéns pela rapidez com que o fato foi apurado. “Agora só está faltando a gente prender Rogerinho e Max Pimenta”, disse. (Diário do Pará)

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