Uma denúncia anônima aliada a uma investigação que começou em Santa Isabel do Pará terminou em Vigia, com a detenção de Antonio Lopes Martins, de 26 anos, quando este teve a residência, na rua Duque de Caxias, no centro da cidade, cercada e na revista foi encontrada grande quantidade de entorpecente.
Cumprindo determinação do tenente coronel Dilson Jr, comandante do 12º BPM/CPR III, visando o combate incessante ao tráfico de entorpecentes na região, uma guarnição da Polícia Militar com o sargento Odinaldo, cabo Diniz e soldados Guilherme e Cunha, surpreendeu o indiciado depois de informações privilegiadas dando conta do intenso tráfico feito por Antônio Lopes na Vigia.
Sob a coordenação do capitão Guimarães, da Companhia Independente da Vigia, Antônio Lopes Martins foi flagrado quando estava preparando o entorpecente para posterior comercialização, sendo encontrados com o mesmo doze embrulhos plásticos contendo pasta de cocaína.
No relato do sargento Odinaldo Barriga, a denúncia dava conta que, no final da rua Duque de Caxias, havia uma pessoa preparando e embalando pasta de cocaína e, ao se aproximarem da casa, Antonio Lopes tentou fugir pelos fundos da casa. “Nós fizemos a revista e encontramos dentro de uma bota todo o material que estava sendo embalado, caracterizando o tráfico”, informou o sargento Odinaldo.
Durante o interrogatório, Antonio Lopes deu importantes informações para se chegar até o patrão da droga. Ele revelou que compra o entorpecente de um homem conhecido como “Careca”, que reside no município de Marituba. “Eu o conheci quando estive preso por assalto no Americano II e, depois que saímos, ele começou a fornecer a droga”, disse Antonio Lopes.
“Careca” trazia toda semana de ônibus a droga até o Terminal Rodoviário da Vigia, mantendo contato por telefone quanto à hora da chegada e aos cuidados que deveria ter para não ser flagrado com o “bagulho”.
Questionado sobre quanto tempo estava na atividade criminosa, este respondeu que há oito meses passou a vender pasta de cocaína, primeiro em pequena escala e depois em grande escala, uma vez que o fornecedor passou a confiar, entregando sempre mais entorpecente.
Como o poder aquisitivo dos viciados era considerado baixo, este passou a trocar por objetos a droga, daí o grande volume de objetos como relógios, celulares, cordões e até roupas encontradas no local. Antonio Lopes foi autuado em flagrante na Lei do Entorpecente. (Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar