Foi preso na madrugada desta quarta-feira, suspeito de cometer um assalto a um ônibus que fazia a linha Guamá/Presidente Vargas, Bruno Henrique Vieira, 21. Segundo a polícia, ele estava com mais quatro homens que usaram uma arma de brinquedo e uma faca para intimidar as vítimas. Ele confessou o crime e disse que participou do roubo porque queria dinheiro para curtir o feriado santo.
O cobrador do coletivo que preferiu não se identificar, disse que os cinco assaltantes anunciaram o assalto no bairro do Guamá. “Eles subiram próximo da Praça do Operário, em São Braz e na Travessa Barão de Mamoré anunciaram o assalto. Eles tomaram os pertences dos passageiros e a renda do ônibus. Um deles estava com uma faca e o preso estava com a arma de brinquedo. Mesmo sem saber que a arma era de brinquedo, um deles ainda disse que era para ele atirar em mim”, contou.
A vítima disse que após o assalto, os assaltantes fugiram pela Passagem Napoleão Laureano, no bairro do Guamá. “Depois que eles desceram na Passagem Napoleão Laureano, fui até a Seccional do Guamá e registrei um boletim de ocorrência. Momentos depois os policiais militares apareceram com ele (Bruno Vieira) na seccional e o reconhecemos como um dos assaltantes”, disse.
Foi dada a voz de prisão ao suspeito e o cabo PM Herculano, da 11ª Zona de Policiamento (ZPol) o apresentou na Unidade Integrada Pro Paz (UIPP). Após prestar depoimento ao delegado de plantão, Eden Bentes da Silva, Bruno Vieira foi indiciado por roubo qualificado.
“Após a fuga, populares informaram a situação aos policiais militares que faziam ronda pela área. Em seguida a guarnição conseguiu prender o suspeito que foi encontrado com o revólver de brinquedo e dois aparelhos celulares roubados. Após ser reconhecido pelo cobrador ele foi apresentado aqui na UIPP e está sendo indiciado por roubo qualificado”, explicou o delegado.
Bruno confessou o crime e disse que pretendia curtir o feriadão. “Eles que me chamaram. Eu estava sabendo que era para roubar mesmo. Pegamos dos passageiros cordões de ouro, dinheiro, celulares. Eu ia vender para arranjar dinheiro porque eu tava pensando em curtir a semana santa em algum balneário do interior do estado. Mas a polícia me pegou momentos depois que a gente desceu”, alegou. (Diário do Pará)
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