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POLÍCIA

Matou e se arrependeu do crime

Foi preso na madrugada de ontem Dener Gonçalves Farias, 18, na Rua Coronel Magela, bairro do Icuí-Guajará, em Ananindeua. Ele é acusado de ter cometido um homicídio no último dia 5 de agosto, situação em que assassinou Washington da Silva Melo, 21, com no

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Foi preso na madrugada de ontem Dener Gonçalves Farias, 18, na Rua Coronel Magela, bairro do Icuí-Guajará, em Ananindeua. Ele é acusado de ter cometido um homicídio no último dia 5 de agosto, situação em que assassinou Washington da Silva Melo, 21, com nove tiros de pistola 765, arma de uso restrito. Dener foi flagrado com munições da pistola que sobraram do dia do crime. Ele confessou veementemente a autoria do homicídio.

O sargento PM Lago da viatura 8101, da 18ª Área Integrada de Segurança Pública (Aisp), pertencente ao 6º Batalhão de Polícia Militar (BPM), falou que recebeu uma denúncia de que Dener e um segundo suspeito identificado por Tiago Nazareno Borges Leitão, vulgo “Beck”, estavam em uma residência, portando armas de fogo e drogas.

“Fomos verificar a denúncia e quando chegamos na residência o ‘Beck’, que responde por homicídio e roubos, conseguiu fugir, pulando o muro nos fundos da casa. Mas conseguimos agarrar o Dener quando também estava tentando escapar pelo quintal. Fizemos uma revista na casa e encontramos cinco munições de pistola 765, que sobraram das balas usadas no dia do crime”, disse.

Ele foi levado para a Central de Flagrantes da Seccional Urbana da Cidade Nova. Após prestar depoimento ao delegado de plantão, Carlos Alexandre, Dener foi indiciado por porte de munição e posteriormente seria apresentado ao delegado Adelino Souza, que presidiu o caso do homicídio.

Procurado pela nossa equipe, Dener confessou que matou Washington porque ele estaria lhe ameaçando de morte. “Ele queria me matar porque não gostava de mim. Eu me adiantei e comprei a pistola por R$1,000,00. Fui só para matá-lo mesmo. A munição que a polícia pegou foi a que sobrou no dia que usei. Depois que o matei fugi para o Distrito Industrial. Agora que estou sendo preso me sinto arrependido do que fiz”, alegou.

(Diário do Pará)

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