Depois de 18 dias internado no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua, na Grande Belém, com queimaduras graves pelo corpo, morreu na madrugada de ontem o marítimo Rubens Viana Ferreira, de 34 anos, que foi atingido por uma explosão ocorrida no dia 18 de julho em um posto flutuante no município de Abaetetuba, na região do Baixo Tocantins. A morte do marítimo foi registrada por Nilziele Viana Ferreira, irmã dele, na Delegacia de Crimes Violentos, que funciona ao lado do Hospital Metropolitano. Ela informou à delegada Cristina Capucho que seu irmão sofreu o acidente ao acionar o motor de uma embarcação que transportava combustível para a região das ilhas, em Abaetetuba. O motor explodiu.
O acidente ocorreu no posto de combustível flutuante Milena Amaral IV, aportado no cais de Abaetetuba, sendo considerado pelo grupamento do Corpo de Bombeiros como de grande proporções. Houve reforço dos quartéis de Barcarena (6º GBM) e Moju (8º SGBM) e ainda o combate ao incêndio feito por uma lancha do Grupamento Fluvial da Polícia Militar. O incêndio foi controlado após três horas, pelos bombeiros. Duas vítimas deram entrada no hospital do município, sendo identificadas como Evandro Nunes, de 22 anos, e Rubens Viana Ferreira de 34 anos, que teve queimaduras de 2º grau. Rubens, devido à gravidade de seu estado de saúde, foi transferido para Hospital Metropolitano em Ananindeua. Pelo relatório do Corpo de Bombeiros as chamas consumiram toda a parte física da balsa do posto flutuante e destruíram três embarcações que estavam nas proximidades.
Após a notificação da morte de Rubens Viana Ferreira, na madrugada de ontem, parentes dele fizeram o registro policial. O corpo foi encaminhado para o Instituto de Criminalística para perícia e depois seria liberado para sepultamento, que deverá ocorrer no município de Cametá.
(Diário do Pará)
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