Segue a onda de homicídios no Estado do Pará, fazendo disparar as estatísticas no mês de outubro. Em Salinópolis, na região do Salgado, o delegado Manoel Fausto Bulcão recebeu do senhor Raimundo Correa dos Santos a informação de que seu filho foi vítima de homicídio, no bairro do Maçarico.
O crime, teria ocorrido na rua Miriçá Santa Brígida, na estrada do Maçarico. Seu filho Ronielson Monteiro dos Santos, de 25 anos, foi morto a tiros por uma pessoa não identificada, quando estava no bar da Rosa, localizado no bairro do Maçarico.
O pai da vítima não soube relatar ao delegado os motivos que levaram ao baleamento do rapaz, que tinha saído de casa, no início da noite deste sábado (17), para se divertir e acabou pagando com a vida.
“Ele ainda chegou a ser socorrido por populares, que o levaram até ao Hospital Regional de Salinas, porém, não resistiu aos ferimentos e faleceu quando dava entrada no hospital”, relatou o pai.
De posse das informações, policiais militares lotados em Salinópolis fizeram incursões no sentido de identificar e prender o criminoso, mas até fecharmos esta edição, o suspeito continuava em liberdade.
OUTRO CASO
No município de São Miguel do Guamá, na região nordeste do Estado, a Polícia Civil fez o registro do homicídio de que foi vitima José Nazaré Tavares, de 58 anos, assassinado com um tiro no rosto, quando estava em sua casa na rua do Fio na Vila França, centro de São Miguel do Guamá.
Gisela Sousa, filha da vítima, procurou o delegado Thomaz Horta Lesbaupin, informando que estava em sua casa, por volta da meia-noite desta sexta-feira (16), quando recebeu um telefonema de sua cunhada, informando que seu pai tinha sido baleado e morto em sua casa.
Através de um conhecido, a filha tomou conhecimento de que um desconhecido teria chegado à casa da vítima, em uma moto Honda Pop 100, chamando por José Nazaré Tavares. “Disseram que ele foi atender o chamado na porta da casa, quando o desconhecido sacou de uma arma de fogo e fez um disparo na cabeça do meu pai”, disse Gisele Sousa.
O delegado Thomaz Horta deve abrir inquérito policial para ouvir vizinhos e testemunhas, pois, segundo os levantamentos da Polícia Militar no local do crime, muitos vizinhos que estavam na frente de suas casas presenciaram o crime e podem ajudar na identificação do criminoso.
(J.R Avelar/Diário do Pará)
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