Um esquema para rinhas de galo no município de Breves, na ilha do Marajó, foi desmontado pela Polícia Civil nesta quarta-feira (23), após denúncias.
O crime previsto na Lei de Crimes Ambientais foi flagrado em duas casas usadas para criação das aves e que também era palco de competições de briga com apostas em dinheiro.
Nas rinhas, os galos são atiçados a brigar até a morte de uma delas. Os policiais civis da Superintendência da Região das Ilhas encontraram nos locais toda infraestrutura para que os galináceos se digladiassem, como esporas de ferro e a rinha.
A operação policial foi coordenada pelo delegado Rodrigo Amorim, plantonista da Superintendência. Segundo ele, no momento da abordagem policial às duas residências, não estava ocorrendo competição. Ao todo, 14 animais foram apreendidos. Todos apresentavam visíveis sinais de maus tratos, como lesões decorrentes dos ferimentos e mutilações.
(Foto: divulgação/Polícia Civil)
Ainda, durante a abordagem nas casas, os policiais apreenderam diversos apetrechos usados na rinha de galos. As aves foram retiradas dos locais e estão na Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), da Prefeitura de Breves, à disposição da Justiça.
Erasmo Roberto Ferreira Alves e Domingas do Socorro Magno Negro, responsáveis pelas casas, foram detidos e autuados em TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) por maus tratos, crime previsto no artigo 32, da Lei de Crimes Ambientais. Após o procedimento, eles foram liberados e irão responder ao processo na Justiça.
(Com informações da Polícia Civil)
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