O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu uma multidão na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (24). Em seguida, o petista partiu para São Paulo, onde participou de uma caminhada na Avenida Paulista para encerrar sua campanha à reeleição em 2026.
No discurso aos apoiadores cariocas, Lula atacou o adversário no segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL), sem citá-lo pelo nome. Além disso, o presidente elogiou a mobilização dos eleitores e fez um apelo direto ao eleitorado feminino.
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"As pessoas votam em quem quiser. Mas deixar de votar no trabalhador para votar no miliciano aí é demais. Está claro que ele quer privatizar o SUS, está claro que ele vai tentar destruir o fim da escala 6x1", afirmou Lula.
O presidente também falou sobre o canal Exército do Lula e declarou esperar que o perfil atinja 13 milhões de seguidores ainda neste sábado. "Não é exército da guerra, é exército da paz, para a democracia. Nossa arma é a urna", disse.
Por isso, ele convocou os eleitores a "disparar milhões de 13" nas urnas para garantir a continuidade do seu governo.
Ainda no discurso, Lula voltou a afirmar que não vai deixar "o Brasil ser quintal de ninguém" e criticou quem, segundo ele, "beija a bandeira americana".
Por fim, o presidente encerrou a fala com um aceno direto às mulheres. Ele citou o caso Ana Clara, menina de 5 anos morta por bala de policial, e apelou para que as eleitoras se mobilizem.
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"Quem vai ganhar essas eleições são as mulheres", declarou. "Amanhã, levante com coração aberto", concluiu.


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