Famoso entre fisiculturistas, o Whey Protein é uma forma prática e eficiente de aumentar o consumo diário de proteínas. Mas a dúvida sobre o consumo dele por idosos, que naturalmente perdem massa muscular com o avanço da idade, ainda é comum. Especialistas afirmam que o suplemento pode ser benéfico, mas a recomendação médica é indispensável.
Extraído do soro do leite, o Whey Protein é uma proteína de alto valor biológico, contendo todos os aminoácidos essenciais para o organismo e sendo rapidamente absorvido. “O suplemento pode sim ser um aliado na hora de prevenir a perda natural de massa muscular, favorecendo a recuperação física e ajudando a reduzir o risco de quedas”, explicou a nutricionista Giselli Prucoli, para CNN Brasil. A especialista lembra que a sarcopenia é uma das principais causas de acidentes entre idosos.
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O geriatra Roni Mukamal, superintendente de Medicina Preventiva da MedSênior, acrescenta que muitos idosos têm uma dieta com ingestão insuficiente de proteínas, tornando o Whey uma opção interessante para complementar a alimentação. “O importante é que o uso seja orientado por um profissional de saúde”, reforça.
Além de prevenir a perda muscular, o suplemento pode ajudar na manutenção da força e da mobilidade, desde que consumido com orientação adequada. Giselli Prucoli recomenda diluir o Whey em água ou suco e nunca tomá-lo em jejum, para garantir melhor absorção e evitar desconfortos digestivos.
Outro suplemento que pode ser útil para idosos é a creatina, que fornece energia rápida aos músculos e pode auxiliar na melhora da força e mobilidade. Contudo, assim como o Whey, o consumo dela deve ser acompanhado por um profissional de saúde.
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Porém, a nutricionista Giselli Prucoli alerta que pacientes com problemas renais ou restrição de líquidos não devem utilizar creatina. Além disso, ela reforça que o ideal é consumir o suplemento sempre diluído e evitar a ingestão em jejum, garantindo segurança e eficácia.
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