Na briga para conter o vazamento de informações promovido por Assange, a Apple se posiciona contra o Wikileaks e proibe o app na Itunes Store.
A Apple removeu o app para iPhone e iPad que permitia visualização do conteúdo do site WikiLeaks. O aplicativo começou a ser vendido no início de dezembro e permitia que o usuário tivesse acesso a todos os documentos confidenciais publicados, além de seguir automaticamente o Twitter do site.
O aplicativo custava US$1,99.
A empresa de Jobs segue o rumo das grandes empresas que dissociaram seus nomes do site de Assange, especialmente após a polêmica com a liberação de dados da embaixada americana. A Amazon havia deixado de hospedar o WikiLeaks em seus servidores e o Paypal proibido doações ao projeto via seu sistema. Além delas, Visa, Mastercard e Bank of America também anunciaram seu afastamento publicamente. (Yggor Araújo, Diário Online)
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