Na teoria, muita gente diz preferir um pênis grande. Na prática, porém, a experiência nem sempre é simples. Isso porque o canal vaginal mede, em média, entre 10 e 12 centímetros quando a pessoa está excitada. Quando há uma diferença maior entre o tamanho do pênis e a capacidade de acomodação do corpo, o sexo pode gerar incômodo ou até dor.
Especialistas costumam apontar que o principal caminho para evitar desconforto é desacelerar. A excitação precisa acontecer de forma gradual, com estímulos prévios e comunicação constante entre o casal. O uso de lubrificante também é um aliado importante, já que reduz o atrito e facilita a penetração.
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Outro ponto que faz diferença é a escolha das posições. Variar movimentos e ângulos ajuda a encontrar o que funciona melhor para os dois, respeitando os limites do corpo. Algumas posições permitem maior controle da profundidade, o que pode tornar a relação mais confortável.
Entre as opções mais conhecidas está a posição papai e mamãe, que possibilita contato visual, beijos e ajustes de ritmo. Em variações sentadas, o parceiro ou parceira que fica por cima pode controlar melhor os movimentos. A chamada “conchinha”, com os dois deitados de lado, costuma ser citada como uma alternativa que reduz a intensidade da penetração.
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Outras adaptações simples também ajudam, como o uso de travesseiros para mudar o ângulo do corpo ou pequenas mudanças na posição das pernas. O objetivo é encontrar conforto sem abrir mão do prazer.
Mais do que seguir regras, o fundamental é o diálogo. Falar sobre o que agrada, o que incomoda e testar possibilidades com calma pode transformar a experiência sexual em algo mais seguro e satisfatório para ambos.
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