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HISTÓRICO

Meme de criança é vendido por mais de R$ 2, 5 milhões

Aos 21 anos, estudante faturou uma grana com um dos memes mais famosos do mundo.

quarta-feira, 28/04/2021, 12:00 - Atualizado em 28/04/2021, 13:52 - Autor: Com informações do TNH1


Você também já usou esse meme?
Você também já usou esse meme? | Reprodução

Quando você pensa em meme qual vem logo na sua cabeça? O da Nazaré Tedesco? Do Faustão? Da menina em frente a casa pegando fogo?

Memes muitas são considerados diversões entre os internautas. No entanto, são conteúdos muito sérios e sintetizam diversas expressões, informações e até mesmo sentimentos. Na internet, vez ou outra surgem novas imagens ou vídeos que se tornam viral e ganham fama rapidamente. Um deles, viralizou tanto que se tornou um negócio rentável e histórico.

Zoe Roth viralizou como um dos memes mais famosos do mundo. Aos quatro anos, a norte-americana, teve a sua imagem exposta de forma rápida nas redes sociais. O meme “Garota do Desastre” traz Zoe com um sorriso malicioso em frente a uma casa em chamas. O imagem foi feita pelo seu pai em 2005.

Mas uma dúvida sempre atormentou o meme: será que foi a menina que tocou fogo no imóvel? Não. Na ocasião, Zoe passeava com o pai pela cidade de Mebane, no estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, quando o incêndio acontecia. Eles moravam no local.

O fato é que a foto foi vendida por US$ 473 mil (mais de R$ 2,5 milhões) ao ser transformada em NFT (“token que não se consome com o primeiro uso” em inglês). Isso significa que o comprador é o único dono da imagem, após garantir este selo de autenticidade digital.

É como se o meme se tornasse uma obra de arte. Mas vale lembrar, que a imagem ainda pode ser usada pela web. As informações são do jornal "Independent".

 

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“Poder vendê-lo mostra que temos algum tipo de controle em todo o processo”, declarou a garota desastre ao jornal Raleigh News & Observer

Para quem não entendeu o que significa NFT. É o token com uma sequência única que não pode ser alterada, edá autenticidade a objetos físicos ou digitais. Trata-se de outra aplicação da mesma tecnologia que permitiu o surgimento do bitcoin e das criptomoedas.

“É como se você fosse no cartório registrar o seu filho. A certidão de nascimento diz que ninguém mais pode ter aquele nome, aquele número, nascido naquele dia. A diferença é que o cartório [quem armazena essa informação] é a blockchain”, como afirma Rocelo Lopes, especialista em tecnologia blockchain e criptoeconomia. 

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