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CINEMA

Programadora Brasil lançará 206 filmes

Habituada a lançar, a cada ano, um conjunto de filmes brasileiros licenciados para sessões sem fins lucrativos em pontos de exibição audiovisual a ela associados, a Programadora Brasil lança, até o fim do mês, mais 206 títulos. O catálogo do Ministério da

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Habituada a lançar, a cada ano, um conjunto de filmes brasileiros licenciados para sessões sem fins lucrativos em pontos de exibição audiovisual a ela associados, a Programadora Brasil lança, até o fim do mês, mais 206 títulos. O catálogo do Ministério da Cultura passará a contar com 700 títulos nacionais licenciados para exibição pública não comercial.

Destacam-se entre os lançamentos desta edição, obras clássicas da Atlântida e da Vera Cruz, duas das principais empresas produtoras cinematográficas da história do cinema brasileiro e que recentemente tiveram seus acervos adquiridos pelo Ministério da Cultura, fato considerado um marco da política de Estado no âmbito da preservação da memória do nosso cinema.

O processo de composição dos programas voltados ao público infantil contou com a colaboração da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, que há dois anos disponibiliza os filmes participantes, permitindo o incremento e a atualização do catálogo da Programadora Brasil para este perfil que representa 39% das sessões informadas pelos associados. São cinco novos programas direcionados para esta faixa.

O lançamento está organizado em 60 novos programas (DVDs), caracterizados pela multiplicidade de realizadores (são mais de 600 diretores), pela diversificação de origens (regionalização), de épocas e de formatos, proporcionam um painel da cultura brasileira e possibilitam olhares singulares sobre um tema, uma situação ou uma personagem. Segundo Carlos Magalhães, diretor geral do programa, “este acervo historiográfico do cinema brasileiro é uma vitrine que propicia um primeiro contato com a história do cinema feito no país, alarga o conhecimento sobre o cinema brasileiro e dá acesso a filmes com cópias, até então, inacessíveis ao público”.

O objetivo, ele explica, é formar plateias e incentivar o pensamento crítico em torno da produção nacional, apoiando a formação de uma rede não comercial de exibição e estimulando os circuitos já existentes. Leia mais no Diário do Pará.

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