O Corinthians faz o seu primeiro jogo em casa na Copa Libertadores pressionado a fazer gols. Contra o Nacional, do Paraguai, nesta quarta-feira, às 22h, no estádio do Pacaembu, pela segunda rodada do Grupo 6, Tite espera uma maior efetividade de seu ataque, justamente o setor do time que ninguém acreditava que se tornaria problemático pelo excesso de opções.
A média de gols na temporada é pífia para um time que conta com nomes como Liedson, Emerson, Jorge Henrique, que se revezam entre os titulares, e reservas de luxo como Adriano, Willian e Elton. Todos eles, além de Gilsinho estão inscritos na Libertadores e têm atuado no Campeonato Paulista. Esse poderio ofensivo não se comprovou dentro de campo. Em 13 jogos na temporada, 12 pelo Estadual e um pela Libertadores, o Corinthians só marcou 16 gols - média de 1,23 por partida.
Para Tite, esse é um problema que se deve mais à falta de pontaria e má fase de alguns jogadores do que o pouco poder de criação do time, que tem jogado com dois meias. “No início (da temporada), a equipe criava pouco, mas depois organizamos e passamos a criar mais, mas ainda pecamos na precisão. Precisamos de volume maior até de média distância e até de bola parada”, afirmou Tite.
A estreia na Libertadores, diante do Deportivo Táchira, quando um gol de cabeça marcado por Ralf, já nos acréscimos, salvou o time da derrota na Venezuela, ainda rende. Esse 1 a 1 na estreia prejudicou o time na Libertadores porque o seu principal rival, o Cruz Azul, do México, já venceu seus dois jogos na primeira fase. Tem seis pontos, enquanto que o Corinthians apenas um. (Agência Estado)
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