O Paysandu vive um momento complicado no Campeonato Brasileiro da Série B, no qual ocupa a 18ª colocação na tabela. Mesmo que o time bicolor tenha jogado somente três rodadas, a equipe ainda não venceu na competição. Além disso, em um torneio de pontos corridos, somar pontos é fundamental, ainda mais para o Papão, que entrou coma promessa de brigar pelo acesso à elite. Por isso, a equipe precisa começar a reação neste sábado, na Curuzu, às 21h, diante do Luverdense-MT, time que o Paysandu tem uma grande vantagem no histórico de confrontos.
Em toda a história, alviverdes e bicolores já se enfrentaram em 12 ocasiões, com seis vitórias do Paysandu, quatro empates e apenas duas vitórias do Luverdense.
Os últimos encontros entre as duas equipes foram pela Série B do ano passado. No jogo do primeiro turno, em Lucas do Rio Verde (MT), a vitória foi do time da casa, por 1 a 0, gol marcado pelo volante Muralha, pela 17ª rodada.
Na partida em Belém, os bicolores terminaram vitoriosos, com dois gols marcados por Aylon e um por Betinho, na vitória por 3 a 2, no Mangueirão, pela 36ª rodada. Outro fator que pode ajudar a equipe é que a partida será jogada na Curuzu, onde o Papão não perde desde o ano passado, quando foi derrotado pelo Parauapebas, por 3 a 1, pelo Parazão, no dia 8 de abril. Com esse retrospecto favorável, tanto a torcida quanto o grupo alviceleste esperam iniciar a reabilitação na Segundona.
CURUZU SERÁ MAIS USADA
O presidente do Paysandu, Alberto Maia, afirmou que quer levar o máximo de jogos possíveis da equipe pelo Campeonato Brasileiro da Série B para o estádio da Curuzu. “A nossa ideia é jogar o máximo no nosso estádio. Mas depende do adversário que vamos enfrentar, da torcida visitante, da manifestação da Polícia Militar... Então, a gente sempre conta com todos estes quesitos para que a gente possa decidir. Mas a ideia é nós jogarmos a maioria dos jogos do Paysandu, no Campeonato Brasileiro, aqui no Estádio Leônidas Castro”, revelou o dirigente bicolor.
(Café Pinheiro/Diário do Pará)
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