Na avaliação dos técnicos de Cametá e Remo, o empate premiou o esforço coletivo das equipes, sobretudo pelos dois tempos de muita velocidade. “Jogar contra o Cametá é mais difícil do que enfrentar o Nacional. Aqui dentro é um time bastante ofensivo, um sério candidato à classificação para a final desse turno”, alertou Charles Guerreiro.
Para Adonaldo Vianna, o problema começou antes mesmo da partida, com a escalação adversária, que o obrigou mudar a postura do Cametá. “O jogo foi difícil. Existem umas variações grandiosas que nos assustam. Mudamos muito para saber como colocar o time, mas contamos com a entrada de novas peças”, ressaltou Adonaldo.
Charles Guerreiro lamentou a saída do zagueiro Carlinho Rech, que seria improvisado na função de primeiro volante. “Fui obrigado a adaptar o esquema a utilização de três atacantes, igual ao jogo passado”, lamentou.
Do lado cametaense, enquanto o meia Thiago Galhardo teve estreia discreta, o destaque foi as atuações de Soares, Robinho e Jaílson, que poderiam render até uma vitória, não fosse o número de chances desperdiçadas. “Se tivéssemos sido mais felizes nas finalizações, talvez o resultado tivesse sido outro”, encerrou Adonaldo.
(Diário do Pará)
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