A reunião começou por volta 20h. O presidente Pedro Minowa, grande alvo das denúncias, sentou à mesa do Condel e observou atentamente as ponderações feitas pelo membro do Conselho de Futebol, Carlos Gama, do conselheiro Heitor Freitas, autor do pedido de afastamento de Minowa, e do advogado André Cavalcante.
Todos eles foram unânimes em apontar as falhas da atual gestão e com base nas denúncias apuradas, concordaram que a saída de Minowa é o melhor caminho.“Ficou comprovada até por artigos da Lei Pelé, que o presidente Minowa pratica uma gestão temerária. Atualmente o Clube do Remo não tem diretor jurídico, financeiro e dessa forma o clube estará sujeito a grandes perdas.
É preciso admitir que o estatuto foi gravemente violado nas suas atribuições e isso coloca em risco a administração do clube como um todo”, frisou Heitor. O advogado André Cavalcante, em sua fala, deixou claro que não só o corpo diretivo de Minowa está sujeito ao fracasso, mas até seus próprios membros de chapa, citando o caso do vice-presidente Henrique Custódio, que pediu afastamento do cargo por seis meses.
“Em sua fala, o Henrique Custódio lamentou que estivesse afastado de todas as negociações envolvendo atletas, inclusive no caso Rony. Por esse sentido, estima-se que a diretoria tem cometido graves erros”, acrescenta o advogado.
(Diário do Pará)
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