Reconduzido ao cargo de presidente azulino, Pedro Minowa já pensa e planeja o futuro do Remo. Com o retorno aos treinos nesta quarta-feira, o mandatário tem pela frente algumas questões cruciais para o andamento do futebol, entre eles, a composição do Conselho de Futebol, que atualmente tem no cargo Carlos Gama, Dico e Francisco Rosas.
Além deles, compõe o conselho o diretor de futebol, Claudio Bernardo e o diretor executivo, Fred Gomes. Os cinco, que tem na figura do presidente a opinião máxima, são responsáveis pelas análises referentes ao departamento, tal como contratações, liberações e outras questões.
Pelas pretensões do presidente, esse mesmo conselho pode ser inchado com a presença de outros membros. “Se puderem vir mais cinco, que venham os cinco para trabalhar. Mais do que nunca precisamos deles, dos grupos que estiveram aqui quando o Remo precisou. Vamos esquecer o Minowa e pensar somente no Remo”, afirma.
Os nomes pretendidos são de Antônio Carlos Teixeira, Sergio Dias, Sergio Zumero, Milton Campos e Miléo Junior. O inchaço no conselho é uma tentativa do presidente agregar o maior número possível de pessoas ao seu redor, o que lhe impede, em tese, de tomar atitudes mais isoladas, como as que culminaram com a saída do vice-presidente, Henrique Custódio.
A uniformização do futebol remista é um presente logo após a vitória elástica no mesmo Condel que o afastou do cargo, há nove dias. “Eles pensaram melhor e acharam que alguma coisa não estava no caminho certo. E para minha felicidade, tive esse resultado em meu favor, mas ainda sim não fico triste pelos 15 que votaram contra, eu quero é que eles se somem com os 45 que me apoiaram”, encerrou.
(Diário do Pará)
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