O Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, foi palco de uma grande festa no último sábado (29), data em que celebrou o décimo aniversário de sua inauguração. Num dia repleto de surpresas para convidados e visitantes, a programação contou com uma feira de livros, a abertura de um festival de cinema, bolo, muita música e a inauguração da exposição temporária “Clássico é Clássico e vice-versa”, que ficará em cartaz até 03 de fevereiro.
Além da mostra, primeira exposição temporária do Museu do Futebol a fazer uma incursão pelo universo dos clubes brasileiros, a programação do dia contou com uma apresentação da banda sinfônica das Fábricas de Cultura de Sapopemba, uma roda de samba com o Samba da Vila e uma intervenção da Bateria Alcalina, projeto que tenta resgatar a união entre o futebol e as baterias de escolas de samba.
“O Museu do Futebol é um equipamento público com uma grande história de sucesso. Neste ano, passamos a marca de 3,4 milhões de visitantes desde a inauguração. O décimo aniversário do Museu do Futebol também tem como marca uma grande exposição itinerante, a ‘Museu do Futebol na Área’, que já levou o conteúdo daqui para quatro outros estados, e o lançamento da ‘Clássico é Clássico e vice-versa’, a segunda mostra que promovemos neste ano. Depois de falarmos sobre o primeiro título mundial conquistado pela seleção brasileira, o Museu do Futebol voltou seu olhar pela primeira vez para o universo dos clubes. No atual momento que o país vive, entendemos que essa é uma mensagem poderosa de empatia e de valorização do outro”, afirmou Eric Klug, diretor executivo do IDBrasil, organização social responsável pela gestão do Museu do Futebol.
“Estar aqui nos dez anos do Museu do Futebol é muito especial. Tive o privilégio de estar aqui na implantação do museu e me sinto emocionada, sempre que volto, ao ver a quantidade de pessoas que passam por aqui, especialmente falando de crianças e de escolas. Em geral esse museu está lotado de crianças, e quando vemos isso nós percebemos que é um trabalho que vale a pena. É uma sementinha que foi plantada há dez anos, mas esse sucesso não é por acaso”, completou Larissa Graça, gerente de projetos da Fundação Roberto Marinho, responsável pela concepção do museu.
Na área externa, o Museu do Futebol ainda sediou a segunda edição da Feira de Livros de Futebol e a abertura da nona edição do Cinefoot, festival de cinema especificamente focado em futebol. Mais de 2 mil pessoas participaram do dia de celebração.
“Dez anos de um espaço que precisava existir. Era necessário. Um museu para contar e compartilhar a história do esporte que se tornou paixão brasileira e ganhou os traços e as cores do país. Uma homenagem à altura do grande esporte nacional”, disse Romildo Campello, Secretário da Cultura do Estado de São Paulo.
Fonte: Gazeta Esportiva
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