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Redução do FGTS, Paulo Guedes não apoia proposta do governo

Minutas de MP preveem reduzir depósito mensal de 8% para 2% e multa paga na demissão cairia de 40% para 20%

sábado, 14/05/2022, 19:59 - Atualizado em 14/05/2022, 19:58 - Autor: Com informações UOL

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Ministro Paulo Guedes
Ministro Paulo Guedes | (Divulgação)

O governo Jair Bolsonaro (PL) estuda uma ampla flexibilização nas regras do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), sob a justificativa de reduzir o custo dos empregadores na contratação.

A proposta de diminuir o Fundo em estudo por técnicos do Ministério da Economia, enfrenta a resistência do próprio titular da pasta, Paulo Guedes.

O ministro é defensor da redução dos encargos trabalhistas, mas avalia que o corte da alíquota de contribuição das empresas de 8% para 2%, além da diminuição da multa por demissão sem justa causa de 40% para 20% não são os melhores caminhos para atingir este objetivo. 

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Hoje, as empresas precisam recolher 8% do salário em uma conta individual do FGTS em nome do empregado. Esse recurso fica no fundo e pode ser resgatado em algumas situações, como compra da casa própria ou demissão sem justa causa. 

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