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Surto de sarampo: veja aqui se você precisa se vacinar

O número de casos aumentou no país e, se você mora em Belém, é bom ficar atento para procurar logo a vacina.

segunda-feira, 04/07/2022, 11:41 - Atualizado em 04/07/2022, 11:47 - Autor: Com informações do portal PEBMED e Prefeitura de Curitiba

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A alta de casos da doença no Brasil preocupa as autoridades sanitárias.
A alta de casos da doença no Brasil preocupa as autoridades sanitárias. | ( Reprodução )

O sarampo é uma doença altamente contagiosa, que provoca febre, tosse persistente, coriza, conjuntivite e manchas vermelhas no corpo. Nos casos mais graves, pode resultar em pneumonia, doenças neurológicas e até mesmo morte. A alta de casos da doença no Brasil preocupa as autoridades sanitárias. 

A melhor forma de evitar o contágio da doença é por meio da vacinação. Por isso, para saber se precisa tomar a dose, verifique a sua situação vacinal. Caso o esquema vacinal não esteja completo, procure uma unidade de saúde para se imunizar.

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QUEM DEVE SE VACINAR?

Segundo o Calendário Nacional de Imunização, crianças com 12 meses devem receber a primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Aos 15 meses de vida, a criança deve receber a primeira dose da vacina tetra viral. Essa vacina é composta pela 2ª dose da tríplice viral associada a vacina contra varicela.

Crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias

No ano de 2019, o Ministério da Saúde implementou a dose zero para crianças a partir de seis meses de idade até 11 meses e 29 dias. Essa vacina não entra no esquema de rotina de imunização, devendo a criança tomar a 1ª dose da tríplice viral aos 12 meses e dar sequência ao calendário de imunização, conforme preconiza o Ministério da Saúde.

Pessoas de 1 a 29 anos de idade

Crianças de 1 ano de vida até adultos com 29 anos, devem ter duas doses da vacina contra sarampo (vacina tríplice viral ou tetra viral) comprovadas no cartão de vacinação.

Caso tenham somente uma dose da vacina, completar o esquema com mais uma dose da vacina Tríplice Viral. Em casos de não terem nenhuma dose, realizar as duas doses da vacina Tríplice Viral.

Pessoas de 30 a 49 anos

Pessoas nessa faixa etária precisam ter apenas uma dose da vacina tríplice viral registrada no cartão de vacinação. Caso não tenham essa dose registrada no cartão de vacinação, ou não tenham tomado uma dose da vacina, a mesma deve ser realizada.

Pessoas acima de 50 anos

Devem ter uma dose da vacina contra o sarampo. Caso não tenham uma dose da vacina de sarampo e tenham entrado em contato com caso confirmado ou suspeito, devem receber uma dose da vacina tríplice viral.

Pessoas que já tiveram sarampo

Devem ser vacinadas conforme a faixa etária, ou seja, de 1 ano até 29 anos devem ter duas doses e, acima de 30 anos deve ter uma dose da vacina. Toda pessoa que apresenta Sarampo, adquire imunidade para a vida toda, entretanto, como o sarampo é uma doença exantemática e possui sintomas similares a outras doenças, ele pode ser confundido.

Profissionais de saúde

O Ministério da Saúde recomenda que profissionais de saúde tenham duas doses da vacina tríplice viral, independente da idade, comprovadas no cartão de vacinação.

Pessoas imunocomprometidas

Devem ser avaliadas pelos Centros de Referências para Imunobiológicos Especiais (CRIE) antes de serem vacinados.

Crianças menores de 6 meses e gestantes

Não devem ser vacinadas.

Quem vai viajar precisa se vacinar?

É muito importante. Quem vai viajar para locais onde há surto de sarampo deve conferir e atualizar a situação vacinal. Estes destinos incluem principalmente os estados brasileiros de São Paulo e do Pará, assim como alguns países com surto na Europa, Ásia, África e Américas. Para viajantes, a vacina é recomendada na faixa etária entre 6 meses e 59 anos de idade e que não está com o esquema vacinal completo.

SARAMPO TEM TRATAMENTO?

Não existe tratamento antiviral específico para a doença, apenas para seus sintomas. As principais complicações são evitadas com nutrição, ingestão de líquidos, sendo os antibióticos indicados apenas se houver complicações como infecções nos olhos, ouvidos ou pulmões. No caso de crianças, também são prescritos suplementos de vitamina A para prevenir danos oculares e cegueira.

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