O recente caso da jovem paraense, Laila Vitória Rocha de Oliveira, de 20 anos, que foi morta no último dia 26, no Rio Grande do Sul, por André Ávila, 37, com quem manteve um breve relacionamento após conhecê-lo via internet, atenta para os ‘protocolos de segurança’ que precisam ser seguidos para diminuir e evitar situações de risco em tempos virtuais.
A vítima do feminicídio, natural de Parauapebas, havia se mudado há apenas dois meses para a cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A jovem foi encontrada parcialmente carbonizada em uma residência localizada no bairro do Lemi. Uma hipótese é de que André Ávila, que confessou o crime à polícia, não aceitou o fim do relacionamento e teria a executado.
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Considerando que, no ano passado, segundo o Monitor da Violência, do portal G1 e do Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP), o Brasil registrou mais de 1.400 casos de feminicídio, o que representa, em média, uma mulher assassinada a cada 6 horas apenas por ser mulher, é preciso cuidado redobrado ao marcar um encontro em tempos de relações que se iniciam virtualmente.
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Para saber como evitar situações de riscos, o Diário conversou com o coronel da reserva da PMPA e advogado especialista em Defesa Social e Segurança Pública, Marcelino Frota Vieira.
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