Luiz Inácio Lula da Silva está se mobilizando para fazer oposição. O ex-presidente admite ser difícil o retorno de Dilma Rousseff à presidência após período de 180 dias em virtude do processo de impeachment.
Lula se reuniu com lideranças e senadores do PT e até PMDB, além de movimentos sociais. O intuito das conversas é organizar ato de solidariedade à Dilma nos próximos dias.
A ideia a ser discutida é usar o descontentamento de políticos inclusive do PMDB para esquadrinhar as primeiras medidas do presidente interino. No Senado, o PT deve ter o apoio de Renan Calheiros (PMDB-AL), antigo desafeto de Michel Temer.
O senador Paulo Rocha (PT-PA), admitiu que o momento é de oposição firme, mas garantiu que o partido não vai agir “para provocar instabilidade econômica”.
O Partidos dos Trabalhadores promover viagens para Dilma, pelo Brasil e pelo mundo, reforçando o discurso de que foi vítima de “golpe” de Estado. Os programas dos últimos 13 anos de governo deve ser o carro chefe em palanques a partir de agora.
(Com informações do UOL)
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