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Juíza é flagrada aos beijos com condenado à prisão perpétua

A magistrada havia participado do julgamento do homem e foi a única, entre três juízes, a pedir uma pena menor para o acusado

quinta-feira, 06/01/2022, 15:31 - Atualizado em 06/01/2022, 18:12 - Autor: Com informações correiobraziliense


A magistrada Mariel Suárez aos beijos com o detento
A magistrada Mariel Suárez aos beijos com o detento | Reprodução

A magistrada Mariel Suárez, do Superior Tribunal de Justiça de Chubut (Argentina), perdeu o direito de exercer sua função na província após um vídeo dela em momento íntimo com um condenado à prisão perpétua ser vazado nas redes sociais.

O registro foi feito pelas câmeras de segurança do Instituto Penitenciário (IPP) em Trelew. As imagens mostram ela e Cristian Bustos aos beijos durante uma visita à prisão em que o homem cumpre pena por assassinar um policial. 

O vídeo causou grande repercussão negativa no país, já que a juíza foi uma das três responsáveis pelo julgamento de Cristian e a única a votar contra a condenação perpétua e solicitar uma pena menor ao réu.

Em 2008, o homem foi o responsável pela morte do policial Leandro Tito. Um processo administrativo foi aberto para apurar a “conduta inadequada” da magistrada.

A visita de Suárez ao prisioneiro ocorreu em 29 de dezembro, apenas uma semana após Cristian ser condenado à prisão perpétua. Antes mesmo do vazamento, o Superior Tribunal de Justiça de Chubut foi avisado pelos responsáveis pelo IPP sobre o ocorrido. De acordo com o jornal local Diario Jornada, o oficial de plantão flagrou os dois se beijando dentro de uma sala de aula do presídio e contou aos superiores sobre a conduta da juíza.

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Com isso, um processo administrativo foi instaurado pelo Poder Judiciário para apurar os fatos. “Das informações comunicadas pelo IPP, verifica-se que a juíza se envolveu em conduta indevida em relação a um magistrado. O processo visa elucidar as circunstâncias da reunião entre a juíza e o condenado, o teor da reunião, a sua duração e suas características, que podem implicar em violações da Lei de Ética Pública e/ou do Regimento Geral do Judiciário”, disse em nota o Superior Tribunal de Justiça.

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