
O fim das restrições sanitárias pelo governo asiático estariam provocando uma superlotação nos hospitais, além de causar uma “explosão de serviços funerários”. Essas são as observações feitas por um epidemiologista chinês, Eric Feigl-Ding, da Organização das Nações Unidas (ONU).
“Não estou exagerando: serão até 2 milhões de mortos na China nos próximos meses se não houver intervenção”, prevê o especialista, que também é chefe da Força-Tarefa da Covid-19 no Instituto de Sistemas Complexos de New England.
⚠️THERMONUCLEAR BAD—Hospitals completely overwhelmed in China ever since restrictions dropped. Epidemiologist estimate >60% of 🇨🇳 & 10% of Earth’s population likely infected over next 90 days. Deaths likely in the millions—plural. This is just the start—🧵pic.twitter.com/VAEvF0ALg9
— Eric Feigl-Ding (@DrEricDing) December 19, 2022
6) Westerns think there is a fever and antibiotic shortage now? ➡️Wait until China’s production is diverted from exports! Here—people rushed to a pharmaceutical factory to buy ibuprofen because it is completely sold out elsewhere! Dec 18, in #Zhuhai City. pic.twitter.com/hvV5Nnqh7m
— Eric Feigl-Ding (@DrEricDing) December 19, 2022
Feigl afirma ainda que todas as informações que tem repassado são de hospitais e funerárias chinesas que estariam usando refrigeradores para conservar os corpos que esperam na fila.
“A maior funerária de Pequim está com todos os incineradores funcionando, mas não atende a demanda, resultando em atraso de 20 dias”, explica o epidemiologista, que ressalta: “O tempo de duplicação do vírus na China pode não ser mais de dias, mas de horas. As consequências econômicas globais serão feias”.
26) You don’t have to believe me. Many people didn’t in Jan 2020 when I tried to warn the “novel coronavirus” was a pandemic that the world hasn’t seen since 1918. And I’m saying that #CovidIsNotOver. I’m just an epidemiologist trying to warn… https://t.co/JDMa8ab5q9
— Eric Feigl-Ding (@DrEricDing) December 19, 2022
“Você não precisa acreditar em mim. Muitos não o fizeram em janeiro de 2020, quando tentei alertar que o ‘novo coronavírus’ era uma pandemia que o mundo não via desde 1918”, conclui.
E MAIS: Carnaval ameaçado: 6 escolas de Belém desistem de desfilar
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar