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PERÍCIA

Polícia Científica analisa causas de incêndio no Telégrafo

Uma das principais investigações é saber se o incêndio, que aconteceu na noite de 9 de janeiro, foi criminoso ou acidental

terça-feira, 11/01/2022, 21:17 - Atualizado em 11/01/2022, 22:19 - Autor: Com informações da Agência Pará


Incêndio aconteceu na noite de 9 de janeiro desse ano
Incêndio aconteceu na noite de 9 de janeiro desse ano | Alexandre Puget/Ascom PCP

As fortes chamas de grandes proporções impressionaram moradores do bairro do Telégrafo na noite de 9 de janeiro em Belém. Naquela noite, uma loja de peças automotivas estava sendo consumida de dentro para fora pelas chamas indomáveis, preocupando os que moravam no perímetro e atraindo a atenção de curiosos que estavam nas proximidades. Sem dúvida, uma noite triste e desoladora.

Felizmente, não houve feridos, apenas permanecem as dúvidas sobre o que teria provocado a ocorrência. Um trabalho designado para a equipe de peritos do Núcleo de Engenharia Aplicada (NEA), da Polícia Científica do Pará (PCP), que iniciou os trabalhos na manhã desta terça-feira (11), avaliando danos e investigando criteriosamente as origens do incêndio: se foi criminoso ou acidental.

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PROCEDIMENTO

Seis peritos foram designados até o local. Foi feito um reconhecimento da área externa para saber se ainda havia focos de incêndio, propagação de fumaça ou qualquer outro fator que pudesse colocar em risco a integridade e a saúde da equipe.

Em seguida, os primeiros vestígios foram coletados por meio de imagens e observação da quantidade de avarias. Um drone foi utilizado para mapear e documentar o local, dando a possibilidade de uma visão ampla da situação.

Uma das principais análises é se o incêndio iniciou por motivos estruturais ou elétricos.

Seis peritos da PCP foram designados até o local do incêndio
Seis peritos da PCP foram designados até o local do incêndio | Alexandre Puget/Ascom PCP
INVESTIGAÇÃO DETALHADA

Além das causas do incêndio, os peritos investigam o porquê de o fogo ter se alastrado pela loja e pelas casas vizinhas de forma tão rápida e com o volume tão alto, impossibilitando os funcionários presentes no início do foco de conterem as chamas.

“Vamos averiguar se há relação com a presença de produtos inflamáveis presentes estoque do estabelecimento, como tintas automotivas, pneus, óleos, solventes, entre outros”, explicou Priscilla Reis, perita lotada na Coordenação Regional de Castanhal, que compôs a equipe de peritos.

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