Durante investigação sobre fraudes em folhas de pagamento na Assembleia Legislativa do Pará, os promotores de Justiça do Estado colheram diversos depoimentos de supostos servidores da casa legislativa. Na lista de funcionários havia empregadas domésticas, abatedora de frango, recenseadores e pessoas que nunca tiveram empregos públicos.
Entre os casos está o de Ivonete Silva, que teria sido admitida na Alepa como assessora especial, para receber salário de R$ 10.137,01. Mas em depoimento, ela alegou que sempre trabalhou como doméstica e que nunca teve emprego público. Elcione Ribeiro da Costa também teria sido admitida como assessora especial mas afirmou que trabalhava em casa de família.
Já Rosana Souza de Alcântara, que trabalhava como abatedora de frango na empresa Sólon, teria sido contratada como assessora especial, com proventos de R$ 10.137,01.
Segundo o depoimento de Kelly Cristine Carvalhes Rodrigues, o único emprego público dela foi de recenseadora do IBGE. Mas na Alepa ela também teria sido admitida como assessora
especial.
Outro depoimento foi de Ricardo Rafael Monteiro da Silva. Ele disse que sempre trabalhou na iniciativa privada, porém na Alepa ele teria sido admitido como técnico legislativo, com salário de R$ 15.762,06. (DOL)
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