O Instituto de Metrologia do Estado do Pará (Imetropará) aguarda orientações do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) para a fiscalização de fraudes eletrônicas em bombas de combustível.
As fraudes foram denunciadas através de uma rede nacional de televisão e consistem em lesar o consumidor através de um programa acionado por controle remoto. Dessa forma, o consumidor recebe menos combustível do que pagou.
A informação foi divulgada durante reunião entre Imetropará e o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Estado do Pará (Sindicombustíveis-PA), realizada na manhã desta quinta-feira, 08.
No encontro, foi definido que o Imetropará vai reunir, em data a ser marcada, com os associados do sindicato para esclarecer as normas de fiscalização nos postos de combustíveis, conforme determinação do Inmetro. Outra ponto acordado é que o Imetropará formalizará parceria ou com a Agência Nacional de Petróleo (ANP) ou com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefa) para fortalecer a fiscalização.
“O Imetropará vai cumprir sua função de proteger os consumidores e fazer uma ampla fiscalização ainda este ano”, disse Luiziel Guedes, presidente do órgão. “Também temos função de orientar, por isso vamos esclarecer as exigências do Inmetro”, completou.
O sindicato se colocou à disposição do instituto. “O maior problema são os postos não associados”, disse Eurico Fernandes, diretor de Patrimônio. “Se um posto vende combustível com preço muito abaixo do mercado, pode ser um indício de irregularidade”, completou Ovídio Gasparetto, 2º secretário. (Ascom/Imetropará)
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