Tudo começou a partir da apreensão de dois adolescentes, feita durante operação de rotina da guarnição do sargento Adailson, do 15º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Itaituba, Oeste do Estado. Os jovens, ambos de 16 anos, foram flagrados com 16 petecas de material suspeito de ser pedra óxi.
Levados à presença do escrivão Haroldo Batista Macedo, eles foram submetidos a um breve interrogatório. Foi quando o policial teve acesso a informações importantes sobre a origem do entorpecente. “Nós conversamos com os dois adolescentes e dissemos a eles que esse tipo de crime está crescendo em Itaituba, apesar do intenso trabalho desenvolvido pela polícia. Eles manifestaram a intenção de largar o vício e o envolvimento com o tráfico e acabaram informando de onde trouxeram o material”, disse o escrivão.
Com base nas informações, a Polícia Civil montou uma rápida operação e chegou até a residência de Jackson da Silva Oliveira, onde foi solicitada permissão para adentrar o imóvel e fazer uma averiguação. Autorizados, os policiais entraram na casa e depararam com uma expressiva quantidade de entorpecente. “Nós encontramos, primeiramente, esse material”, diz o escrivão, apontando para 12 pedras de óxi, já embaladas, com aproximadamente 25 gramas cada. Além das pedras de óxi, que alcançam a quantidade de aproximadamente 650 gramas, a polícia também encontrou expressiva quantidade de maconha prensada. “Há informes de que a maconha, com essas característica, vem de Estados da região Nordeste”, apontou o delegado José Dias Bezerra, que preside o inquérito. (Diário do Pará)
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