Hannyere de Lucena Lima acusado de extorsão mediante sequestro e formação de quadrilha teve o pedido de habeas corpus negado, nesta segunda-feira (18), pelos desembargadores integrantes das Câmaras Criminais. Eles mantiveram a prisão preventiva.
A defesa do réu alegou constrangimento ilegal, uma vez que Hannyere está preso desde março de 2014, mas os magistrados entenderam que o processo está tramitando normalmente, restando apenas a interrogação dos acusados.
De acordo com o processo, Hannyere é apontado como um dos mentores intelectuais de uma quadrilha de assalto a bancos na região de Tucuruí. A prisão foi mantida, na análise dos desembargadores, por ainda estarem presentes os critérios que fundamentaram a sua decretação, para a garantia da ordem pública, diante gravidade do crime cometido, e para assegurar a aplicação da lei penal, resguardando a possibilidade de fuga.
(DOL com informações do TJPA)
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