Um conjunto recente de centenas de arquivos sobre óvnis e possíveis aparições extraterrestres, divulgado pelos Estados Unidos no início do mês, trouxe novamente à tona uma imagem que há anos divide opiniões entre pesquisadores e céticos. Para ufólogos, a inclusão do registro seria um indício do que chamam de reconhecimento da “autenticidade” de um dos casos mais controversos já analisados.
A fotografia foi feita em 2021 pelo patrulheiro ambiental Chen Yongqian, utilizando um iPhone 4, enquanto ele atuava na região montanhosa do Lago Jiaming, em Taiwan, a cerca de 3.310 metros de altitude. Durante a atividade, ele registrou imagens da paisagem e só depois percebeu algo incomum em uma das fotos.
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Segundo relatos, Chen se surpreendeu ao identificar uma figura que se assemelharia a uma criatura semelhante a um louva-a-deus caminhando ao fundo da cena. A imagem destacaria ainda um ser com membros de proporções incomuns, supostos dedos palmados e uma cabeça descrita como não pertencente a nenhum mamífero, conforme reportagem do jornal “Daily Star”.
Ao longo dos anos, diferentes explicações foram apresentadas por céticos. Entre elas, a hipótese de um excursionista humano com deformações geradas por falhas no registro da imagem, uma possível fraude digital, erro na memória do dispositivo ou até uma dupla exposição, em que dois quadros teriam se sobreposto.
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Com isso, a Sociedade Ufológica de Taiwan conduziu mais de um ano de análises forenses detalhadas na fotografia, examinando pixel por pixel. O grupo afirmou não ter encontrado sinais de adulteração, edição ou qualquer tipo de manipulação digital.
Posteriormente, o arquivo original foi encaminhado a uma instituição nos Estados Unidos para uma verificação independente. Segundo os pesquisadores, o resultado foi o mesmo e a imagem não apresentava indícios de alteração.
Segundo com ufólogos, a divulgação das fotos nos arquivos dos Estados Unidos teria confirmado o caso e incluido um novo peso ao registro. Para eles, “o FBI concordou”.
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