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Caso Erick Flores: o que se sabe sobre o processo judicial

O jogador segue preso em Erechim pelo terceiro dia.

quinta-feira, 26/05/2022, 12:04 - Atualizado em 26/05/2022, 13:38 - Autor: Lucas Contente

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O processo de cobrança de pensão está em tramitação desde 2017
O processo de cobrança de pensão está em tramitação desde 2017 | Foto: Reprodução/Instagram

Três dias após a prisão do jogador do Clube do Remo, Erick Flores, na última segunda-feira (23), após a derrota para o Ypiranga, em Erechim, não se fala de outra coisa no noticiário paraense.

Mesmo com o silêncio, tanto do Clube do Remo, quanto dos advogados do atleta, algumas informações já estão sendo apuradas e veiculadas. 

Uma delas, é a identidade da moça que denuncia o jogador pelo não pagamento de R$ 250 mil de pensão alimentícia da filha, atualmente com 8 anos de idade. Ela se chama Raphaella Araujo e reside atualmente no Japão. 

Raphaella é casada com outro jogador de futebol, o atacante Lukian Araujo, que joga pelo Avispa Fukuoka, clube da cidade de Fukuoka, localizada a aproximadamente 1000 km de Tóquio, capital japonesa.

 

Raphaella vive atualmente no Japão com seus dois filhos
Raphaella vive atualmente no Japão com seus dois filhos | Foto: Reprodução/Instagram
  

Além disso, carioca também tem uma empresa registrada em seu nome, a Araujo 's Turismo, no status de Microempreendedor Individual (MEI) e com capital social de R$30.000.

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DETALHES DO PROCESSO

O processo judicial é mantido em sigilo de justiça, pois envolve um menor de idade, por isso não foi divulgado o nome da denunciante. Porém, é público que o processo tramita desde 2017.

 

| Foto: Reprodução/Jusbrasil
  

PRISÃO DE ERICK FLORES

Logo após a partida contra o Ypiranga, válida pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série C, o jogador do Clube do Remo, foi detido no hotel em que estava junto com a delegação do time paraense. O meia foi conduzido ao presídio estadual de Erechim, no Rio Grande do Sul.

Essa, porém, não é a primeira vez que Flores é preso por não pagar pensão. No ano de 2020, o jogador, durante uma atividade no Volta RodandA, seu ex-clube, no Centro de Treinamento Oscar Cardoso, no bairro Aero Clube (Rio de Janeiro), foi abordado por um oficial de Justiça para o cumprimento de um mandado de prisão domiciliar, na sede do time carioca.

A prisão, segundo dados do processo, só aconteceu de forma domiciliar por conta da pandemia, que na época, estava no auge. 

 

| Foto: Reprodução/Jusbrasil
  

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